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by • junho 3, 2012 • ResenhasComments (28)3414

[Resenha] A Dama da Ilha, de Patricia Cabot

Romance de época possuem um encantamento próprio. É exatamente por isso que prefiro os livros da Meg Cabot escritos como Patricia. As histórias se passam numa época em que a própria ambientação já possui uma grande vantagem na construção de um clima favorável à história de amor que será contada (não queria ter nascido nesse período, mas tem sua beleza).

Neste livro, a autora efetuou um levantamento histórico para criar um enredo  mais contextualizado que só veio a acrescentar à narrativa. Somos transportados facilmente para uma outra época e lugar. A ilha de Skye parece tão pacífica e encantadora que me vi encantada pelo ambiente familiar.

O romance começa aos poucos, um ponto positivo, já que estamos mais do que acostumados a ler sobre relacionamentos relâmpagos nesse tipo de publicação. Quando bem narrado e conduzido de forma lenta e contínua fica mais coerente com a realidade, inclusive daquela época, onde as pessoas eram mais introspectivas e cheias de costume. No entanto, pode demorar um pouco mais do que o esperado para que as coisas adquiram ares mais românticos, o que acaba nos deixando impacientes em certo momento com a falta de ação e a expectativa para que algo aconteça.

Um jovem médico chega a Skye para mostrar que é mais do que um rosto bonito e um título de nobreza. Assim que coloca os pés na ilha, porém, as coisas mais cômicas começam a acontecer, principalmente quando uma mulher vestida masculinamente (ela usava calças, coisa inconcebível na época) entra num bar cheio de bêbados e acorda um homem da morte. A “amazona” como ele passa a chamá-la, trata-se da Srta. Brenna, “médica” da cidade. Os dois, à primeira vista, antipatizam com o outro.

Uma coisa que gosto nas protagonistas da Cabot é que todas são um pouco loucas. Todas têm uma personalidade única e meio excêntrica. O romance não é daqueles arrebatadores, mas é fofo e o casal convence. É também nesta história que encontramos uma das melhores tentativas de vilão, que, por mais que tente, não deixa de ser adorável. As cenas em que aparece me divertiram muito, pois, mesmo com as falhas de caráter, mostra o seu bom coração. A Dama da Ilha não é dos meus preferidos da Meg, mas é um romance divertido que consegue entreter pela leveza e fofura dos personagens.

Título Original: Lady of Skye
Editora: Essência
Número de Páginas: 320
Gênero: Romance histórico

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28 Responses to [Resenha] A Dama da Ilha, de Patricia Cabot

  1. Jun disse:

    Olá ^^ Nunca tinha vindo ao seu blog, achei uma gracinha o lay *-* E esse romance da Meg parece ser ótimo… Gosto muito dela, mas preciso terminar O Diário da Princesa, e sou LOUCA pra ler A Mediadora *O* Imagino que os romances dela sejam muito bons também, estão na wishlist de livros com certeza! :]
    Bisous!

  2. Daniela Tiemi disse:

    Oi!
    Adorei sua resenha! Quero ler este livro, pois adoro as publicação de Meg, especialmente estes romances q ela lança com o nome Patricia. Adorooooooooo romances históricos!

    Bjo.

  3. Brubs. disse:

    Como semppre né, sua resenha está super bem feita.
    Não conheço esse livro, mais me interessei bastante, seria um om começo pra começar a ler coisas da Meg, já que nunca li nada ‘-‘
    Beijoos
    Bruna-Livros de Cabeceira

  4. Gabi disse:

    Oi

    O único histórico que eu li da Meg foi Liberte meu Coração. Quero muito ler os outros, porque adorei a narrativa dela. Minha amiga está lendo Pode Beijar a Noiva e ela me disse que é muito bom mesmo.

    Gabi

  5. Olá, Duda.
    Nunca li livros da Meg/Patrícia Cabot – já cheguei a citar em um vídeo, eu acho -, mas as críticas são positivas e sabendo que é um romance histórico, torna-se mais interessante. Prefiro o desenrolar, e o plano de fundo, de histórias assim, que não torna tudo repentino como os romances que se passam na atualidade. Se for para escolher um livro dela para ler, certamente esse seria uma boa escolha.

    Parabéns pela resenha, Duda.
    Beijos
    Ricardo – http://www.overshock.blogspot.com.br

  6. Apesar de gostar muito dos livros da Meg, nunca li nenhum romance histórico dela, acredita? Já li ótimos comentários, como o seu, sobre seus romances assinados como Patricia Cabot e devo colocar alguns desses livros na minha listinha de próximas leituras 🙂

  7. Sofia disse:

    Nunca li algo da Meg, e nem sinto grande vontade, talvez pelo fato de todos a amarem, haha!
    aah, adoro personagens louquinhas, impossível não se apaixonar por elas!
    Sua resenha, sempre, divina!

    Beijos,
    Sofia- Lendo de Tudo

  8. Máh disse:

    Oi Duda!

    Nunca li nada da Meg Cabot como Patricia Cabot. Mas tenho curiosidade. Gostei bastante de “Liberte meu coração” e acredito que esses livros com o nome de Patricia devem ser parecidos. Quero começar lendo “Rosa do Inverno”, já que você diz que é o melhor.

    Beijos!

    http://stormofbooks.blogspot.com.br/

  9. Parabéns pela resenha Eduarda! Estou ansiosa para ler A Dama da Ilha! Beijos!

  10. Davi Ferreira disse:

    Olá Eduarda 😀
    Primeira vez que passo no seu blog. Adorei o seu layout. E aproveitei para ler sua resenha.
    Nunca li nada da Meg Cabot, pois não faz muito o meu estilo. Mais agora estou querendo ler os livros da Patricia Cabot. Eu com certeza vou gosta mais desses livros dela.
    Adorei sua resenha, muito boa. Sem dar spoiler. Parabéns 😀 Vou tentar comentar no seu blog sempre que puder.
    Abraços, até mais!

  11. Mônica disse:

    Oi Duda, este também está na minha fila e ainda nã li. Bem, eu sei que não vou gostar tanto assim desse livro, assim como você. Mas acho que vale a pena lê-lo. E também com ele eu completo os 3 históricos da Meg.Para falar a verdade, não gostei dos dois primeiros não. Mas mesmo assim recomendo para os que gostam dos históricos.
    Beijos

  12. Juliana Pires disse:

    Eu sei que muita gente diz isso, mas é sério que a Meg é minha autora de romances favorita (na verdade é a única) mas eu não sou muito fã de romances históricos, nem mesmo o que ela publica como Patricia, prefiro os da série Boy, ou A rainha da fofoca, etc.
    Mas eu adorei a sua resenha, desse jeito da até vontade de ler.

    Beijos

  13. NATY disse:

    Gsoto bastante de ler romances históricos, mas confesso que ainda não li nenhum livro do gênero da Meg.

    A Dama da Ilha me parece ser um romance muito bom, a capa e nem o título me convenceram, mas a sua resenha sim.

    Beijo;*
    Naty.

  14. leitura hot disse:

    Oi Duda!
    Eu tenho um certo receio com Meg, mas dizem que o gênero histórico dela são melhores até porque gosto de romances mais adultos e me frustei muito com a mediadora por achar uma estória boba..

    Enfim quero ler outros gêneros dela e com certeza A dama da ilha me interessou e muito!
    Adorei a resenha!

    Beijos
    Amanda
    leiturahot.blogspot.com

  15. WilLDuarte disse:

    Oi Duda!
    Acho que nunca cheguei a ler nenhum romance histórico. Leio bastante livros épicos, mas acredito que nenhum desses se encaixe bem como um romance romântico. De qualquer maneira li nas últimas semanas as resenhas de alguns bem interessante e fiquei bastante curioso por conhecer melhor esses estilo. Levando em consideração tudo que você falou A Dama da Ilha parece até ser um bom candidato para ser meu primeiro romance histórico e também livro da Meg, que geralmente não me chamam atenção, mas para falar a verdade não acredito que será o caso.
    Abraço! (:

  16. Hey, Duda,

    Não me afeiçoei muito à Meg Cabot porque li O diário da princesa (tinha 13) e achei uma chatice – não sou fã de diários…
    Gosto de romances históricos e não sabia que o ‘codinome’ Patrícia era para escrever romances históricos. Geralmente dou mais uma oportunidade aos autores…

    Para começar, amo livros fundamentados em pesquisa, mostra que o autor é profissional.
    Outro ponto que acho legal nos romances históricos são o humor porque livros antiquados geralmente são lentos e seriam chatos se não tivessem um toque de alguma coisa legal.

    Ah, também sou super a favor das personagens meio maluquinhas! As centradinhas e ‘baixo autoestima’ saturam minha paciência.

    Beijocas!

  17. Julia G disse:

    Uma coisa que não podemos reclamar dos livros da Meg é que sempre nos divertimos bastante! Eu adoro, e também ri muito com o vilão do último livro que li em que ela assinava como Patrícia, “Aprendendo a seduzir”.
    Adoro todos os livros dela, então não sei se sou neutra o suficiente para comentar.

    Beijos

  18. Aione Simões disse:

    Duda, eu só li A Rosa do Inverno, até hoje, mas foi o suficiente pra também preferir a escrita da Meg como Patrícia!
    (Aliás, estou maluca por Retrato do Meu Coração, dizem que é ainda melhor do que A Rosa do Inverno! Não vejo a hora de ler a continuação da história!)
    Assim, quero ler todos os livros dela com esse pseudônimo! Confesso que gosto de romances mais rápidos, mas é bom ver esse andar mais lento. E é ponto mais do que positivo essa pesquisa da Meg!
    Adorei a resenha!
    Beijão!

  19. @tainara_meow disse:

    Teu blog sempre uma doçura. Amei este post, ainda não li nenhum livro da “Patrícia Cabot”, tomara que goste tanto como a escrita de Meg…

    Passa lá no Foolish Happy 😉
    http://foolishhappy.blogspot.com.br/
    xoxo

  20. Aline Coelho disse:

    Amiga que resenha legal. Parabéns!!!!!! Tmbém gosto de romances históricos.

  21. jayane disse:

    Adoro esse livro de romance que a Meg escreve,o meu preferido também e a Rosa do Inverno.

  22. Oi Dudinha!
    Não li ainda nenhum livro da Meg escrevendo como Patrícia, mas só pelas capas (e por ser da diva) tenho muita curiosidade. Gosto muito de romances históricos também (realmente nosso gosto é muito parecido)!
    Não gosto de amores relâmpagos pelo simples fato de não termos aquela visâo dos dois se apaixonando, que é bem mais convincente. Gosto também de protagonista um pouco mais maluquinha, elas me fazem ”entrar” mais na história, por serem mais parecidas comigo.
    Mesmo não sendo seu preferido, gostei muito da ideia do livro, e se tiver oportunidade, com certeza vou ler.

    Beijos!

  23. Luana Farias disse:

    Nunca li nada da Meg por esse pseudonimo acredita??

    Acchei bem interessante, mas sei lá nao sou maior fã de históricos.

    Bjs

  24. Lorena Rocco disse:

    Não curto muito a Cabot.
    Acho que tenho certo preconceito… qualquer dia vou ter mais coragem para lê-la.

    Mas, adoro romances históricos. Tem autores que tem o poder de nos transportar. Amo!

    =*

  25. Caroline Curi disse:

    Não sou fã de romance, de romance histórico muito menos e curto um pouco mais os livros de Meg mesmo. Então, acho que iria gostar muito desse não.

    Beijos
    http://www.carolinecuri.blogspot.com

  26. Lucas Martins disse:

    Oi, Duda! Desculpa pela demora para passar por aqui, viu? Essa semana fiquei um pouco sem tempo.. Agora tem o feriadinho, aí me organizo com as postagens e os comentários. Perdão!
    Eu nunca li nenhum livro da Meg e nem do estilo deste, mas gosto bastante de romance e história, então quando misturam esses dois assuntos, sempre me interesso. Acho legal quando a Patricia/Meg escreve esses livros, foge um pouco do tema adolescente dela.
    Que bom que para você foi uma leitura descompromissada e leve, mesmo não se tornando seu preferido, né?
    Beijão, Duda!

  27. Daniele disse:

    Nossa! ainda não li esse livro da Meg, mais tenho certeza de que deve ser ótimo, até pq nemhum dos livros que eu li dela me decepcionou ate agora.
    AMEI.

  28. Adorei o post, uma leitura leve muitas vezes é uma bela pedida e fiquei curiosa em conhecer melhor o local que vc diz que é tão bem feito…

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