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by • setembro 21, 2012 • ResenhasComments (36)2501

[Resenha] Conan, O Bárbaro, de Robert E. Howard

Conan é um personagem notável. Daqueles que a gente lê e vai direto para os inesquecíveis da literatura. O bárbaro cimério já foi tudo: mercenário, capitão, corsário, vagabundo e agora é Rei. Mesmo passando por todas essas etapas ao longo de sua vida, sempre permaneceu o mesmo homem, sem alteração alguma na essência de sua personalidade. Letal, temido, reverenciado, adorado e, consequentemente, odiado por muitos, Conan é o mais poderoso entre os homens.

“Atualmente, seu rei é o guerreiro mais renomado entre as nações ocidentais. Ele é um forasteiro, um aventureiro que conquistou à coroa a força durante a eclosão de uma guerra civil, estrangulando o rei Namedides com suas próprias mãos, bem diante do trono. Seu nome é Conan, e nenhum ser humano o supera em batalha.”

Preciso começar dizendo o quão incrível é a leitura. Precioso exemplar do gênero espada e feitiçaria, as histórias, lendas e andanças de Conan são hipnóticas e extremamente excitantes. A primeira, maior e principal história do livro é A Hora do Dragão na qual o personagem é destronado do seu posto de rei da Aquilônia por um plano maligno orquestrado pelo vilão Xaltotun, um ser das trevas capaz de arrepiar até os pelos da nuca de Voldemort.

O seu reino é completamente assolado pelos homens da Nemédia e, foragido, Conan é o único que parece ainda acreditar em uma reviravolta – quando eu digo o único é porque nem o leitor acredita, tamanho o poder da maldade que assola os reinos. Ele parte em uma jornada perigosa, repleta de aventuras, traições e (alegrias para o leitor). Com o perigo sempre à espreita, Howard mantém o interesse aceso a todo momento.

“- Encontre o coração do seu reino – ela disse afinal. – Nele está sua derrota e seu poder. Você enfrenta mais do que homens mortais. Não se sentará no trono novamente a menos que encontre o coração do seu reino.”

Sem medo de me tornar repetitiva (e com muita admiração escorrendo) insisto em ressaltar as características do personagem. Conan é extremamente complexo em sua simplicidade e modo de enxergar o mundo. Ele é um bárbaro que não hesita em mutilar, decapitar e degolar os seus inimigos? Sim. Mas por mais contraditório que possa parecer, é impossível não enxergá-lo como um herói, em vários aspectos mais honrado do que muitos homens ditos civilizados.

Extremamente fiel, ele nunca deixará seus súditos, seguidores, amigos ou companheiros na mão. Dotado de extrema inteligência e um enorme senso de justiça, ninguém é mais eficiente numa guerra ou situação de perigo. Capaz de articular as mais intricadas estratégias, é praticamente impossível conseguir enganar o cimério. E igualmente impossível não se deixar fascinar pelo personagem.

“A identidade do bárbaro impregnada no rei estava mais pronunciada, como se aspectos externos de sua civilização tivessem sido despidos para revelar o centro primordial. Conan estava recuperando o espírito primevo. Não agia como um homem civilizado diante das mesmas condições, nem seus pensamentos corriam pelos mesmos canais. Ele era imprevisível. Apenas um passo marcava a distância entre o rei da Aquilônia e o ancestral matador vestido com peles das colunas cimerianas.”

Três contos nunca antes traduzidos para o português podem ser encontrados a partir da metade do livro. Além do Rio Negro, As Negras Noites de Zamboula e Os Profetas do Círculo Negro não deixam nada a desejar em relação a história principal e, com seu toque macabro, mostram em cada uma delas o bárbaro numa época anterior ao trono, quando era apenas um errante pelas terras de reinos longínquos, conquistando aos poucos seu espaço no mundo. Em todas elas, ele se depara com forças malignas além do entendimento humano e as encara com a sua costumeira coragem de alguém que não experimenta derrotas e tem completa autoconfiança e domínio de suas qualidades.

Com uma narrativa ricamente contextualizada, um enredo para não colocar defeito e um talento extraordinário para contar histórias, Robert E. Howard, apesar de sua curta existência (o autor morreu com apenas 30 anos, o que apenas torna tudo ainda mais notável), conseguiu imortalizar o seu nome ao criar um dos protagonistas mais fascinantes da literatura mundial. Um personagem que nunca será esquecido e ainda irá encantar milhares de outros leitores que tiverem a sorte de se deleitar com as suas aventuras, poço de inspiração, inclusive, para grandes nomes como J. R. R. Tolkien e muitos outros autores vindouros. Um dos melhores épicos que você terá em mãos.

“Conan, com o peito arfando e brilhando de suor, o machado vermelho apertado na mão, olhou em volta, como o primeiro dos homens deve tê-lo feito em algum amanhecer primordial, e sacudiu sua juba negra. Naquele momento, ele não era o rei da Aquilônia, mas o senhor dos corsários negros, que abrira o seu caminho para o domínio através de chamas e sangue.”

Título Original: Conan, The Conqueror
Editora: Generale
Número de Páginas: 384
Gênero: Fantasia/Aventura
Cedido em parceria com a Generale

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36 Responses to [Resenha] Conan, O Bárbaro, de Robert E. Howard

  1. Pabline disse:

    Uau, a capa já me conquistou e sua resenha me deixou roendo as unhas de curiosidade. Personagens complexos são sempre interessantes. Essa pinta de anti-herói, mas sua originalidade e sua confiabilidade me chamaram muito a atenção. Legal!!!
    Ok, como não se apaixonar por um épico. Sinceramente fiquei curiosa XD
    Bjão Duda!

    -Amigas Entre Livros-

  2. Oi Eduarda

    Estou com vontade de ler esse, acho que é do tipo que gosto, não vi nenhum dos filmes. Adoro a forma que você escreve, passa muito bem como é a leitura, gostaria de ler para ver se também veria o lado bom do cara, tenho dificuldade de gostar desses fortões que matam com uma mão só rsss

    Bjus

  3. Raíssa Lins disse:

    Oi, Duda, tudo bom?
    Antes de qualquer coisa: parabéns pela resenha! Eu nunca tinha me interessado ou lido nada sobre Conan, mas depois dessa sua resenha é impossível me manter nessa indiferença. Adoro livros fantásticos e parece que as aventuras do bárbaro são incríveis e repletas de ação.

  4. Gladys Sena disse:

    Não assisti ao filme, mas lembrei que minha irmã mais velha lia uns quadrinhos do Conan, rsrs.

    Eu lia, às vezes, mas nunca me empolgou…

    Bjo.

  5. Aione Simões disse:

    Oi Duda!
    Acho tão gostoso ler uma resenha que mostra o quanto o livro te cativou! Nesse caso, não simplesmente a história como também (e principalmente) o personagem, né?
    Por mais brilhante que seja, ainda não me despertou a vontade de ler… Talvez eu leia e ame, mas não é muito meu tipo preferido de leitura!
    Beijão!

  6. Jaqueline disse:

    Oi Duda!

    Nossa, você me deixou super curiosa, quero ler este livro o quanto antes.
    Eu quase assisti o filme esses dias, agora fiquei feliz por não ter assistido pois quero ler o livro primeiro.
    Só pela sua resenha eu já adorei o Conan.

    Beijos.

  7. Ana Ferreira disse:

    Duda, sua resenha me deixou inspirada. haha Nunca tinha me sentido tão inclinada a ler “Conan” como me senti ao ler todos os elogios que você dirigiu ao livro agora. E muito genuínos, como pude perceber.
    Há um bom tempo não leio um épico. Acho que o último que li foi “A Guerra dos Tronos”. Ainda não consegui superar “A Fúria dos Reis” e acabei ficando de ressaca do gênero heiuehieuhieh Acho que esse viria como um ótimo exemplar para quebrar o gelo.
    É muito empolgante quando o blogueiro curte o livro como você visivelmente o fez. A gente fica curioso para saber o que acontece de tão bom na narrativa.
    Ótima resenha =)
    Beijo!

  8. Luana - LL disse:

    Não tinha curiosidade alguma para ler esse livro, mas a sua resenha mudou isso, tem autores que nasceram para serem gênios né? Em tão pouco tempo de vida, criam algo incrível assim!
    Pretendo ler logo esse livro.

    beijos, Lu
    Lendo ao Luar

  9. jayane disse:

    Sinceramente nem vi o filme e nem to com muita vontade de ver e de ler,quem sabe mais para frente.

  10. Oi Dudinha!
    Primeiro quero pedir desculpas pois sei que há um tempão que não venho aqui. Bom, mas estou de volta! E sua resenha ficou ótima mais uma vez. Pude perceber que as histórias são ricas em detalhes e cenas de ação, bem como feitiçaria. Não sabia que na verdade o livro contava vários contos diferentes do personagem e adorei saber isso!
    Como você sabe, eu tenho o livro mas ainda não tive tempo de ler e ele é um dos que estou renegando pela preguiça, não sei porque.
    Beijos!

  11. Lucas Martins disse:

    Duda, acredita que antes eu nunca tinha sentido curiosidade em relação ao Conan? Sabe, sobre conhecer a história dele e etc. Sei quem é, mas é bem básico, pois não lembro das revistinhas que li e dos filmes que assisti sobre ele.
    Mas sua ótima resenha me motivou a querer conhecê-lo, Duda.. Uma pena que o autor tenha morrido tão cedo.. sorte que deixou um personagem inesquecível!
    Beijão (desculpa pela ausência aqui esta semana, Duda. Não consegui passar em nenhum blog, nem mesmo no meu consegui postar! Semana de provas finais e coisas de escola.. Uma porcaria!)

  12. Primeira coisa a falar: Jason seduzente na capa *——-*
    Ainda não vi o filme mas quero muito ler o livro!
    Gosto de heróis que não hesitam em matar, principalmente sendo bárbaros. Eu gosto de ver sangue!
    Parabéns pela resenha!
    Desculpa pela ausência. Volta das federais == ida da minha vida!

    Luiza Helena Vieira
    Obsession Valley

  13. - LoolaB disse:

    Heey Eduarda!
    O enredo e até a capa me lembrou muito Solomon Kane – O Caçador de Demônios, pode-se dizer que a atmosfera do livro é parecido com esse filme?
    Porque se for eu quero ele para ontem!
    A tua resenha está tão bem escrita que nada do que eu ‘disser’ vai estar a altura, então só vou dizer que a emoção com a qual tu escreveu ela praticamente salta aos olhos. Parabéns.

    Beijos :*
    @pirulitolimao

  14. Jeni Viana disse:

    Curti! Já ouvi falar demais do Conan, mas não sabia que o personagem era assim, tão chamativo. E quando vi Howard, havia lido Hogwarts! Tenso, viu? Hahuahuahu. Gostei da resenha, você explica bem e procura não contar spoilers. A capa está linda e agora eu fiquei com vontade de ler, hunf. Um amigo meu está escrevendo um livro, li o primeiro capítulo mais cedo, e pude associar um pouco com ele!

  15. Daniel disse:

    Adorei a história, me lembra a O Escorpião Rei, não sei porque.

  16. Cello disse:

    Caramba! Confesso que tudo o que sei sobre Conan veio dos quadrinhos (que inclusive recomendo), e já tinha notado este livro mas por puro preconceito meu sempre evito livros com capas de filmes, adorei a resenha pois serviu pra me lembrar do básico que é não julgar um livro pela capa.

  17. Willian Peixoto disse:

    Excelente resenha, destacando os pontos fortes do livro, colocando seu ponto de vista de maneira inteligente, de forma coesa e direta.

  18. Bianca Karina disse:

    Já vi o filme e adorei! Não sabia que era baseado em um livro, mas simpatizei demais da idéia de ter um livro daquele filme que rotulei sendo genial! Com certeza vou me lembrar desse título quando tiver com tempinho pra leitura!

    Beijos
    http://www.tempestade-de-estrelas.com

  19. WilLDuarte disse:

    Oi Duda!
    Desde que você tinha me falado sobre o que estava achando do livro eu já fiquei curioso para ler e agora estou ainda mais!
    Engraçado que antes não tinha tanto interessa na história de Conan, isso comelou a mudar quando pude conhecer mais sobre o personagem em Quadrinhos no Cinema e depois de que você me falou o quão bom era o livro!
    Não sabia que além da história principal o haviam esses três contos! Que legal.
    Só espero que meu livro não demore a chegar. Já não tenho muita sorte com meus livros para chegar e agora com essa greve, pronto!
    Beijão, Duda.

  20. Sofia disse:

    Nooossa, como assim “um ser das trevas capaz de arrepiar até os pelos da nuca de Voldemort” ? rsrsrs

    Um conjunto faz a curiosidade despertar, e sua resenha é uma delas!

    Beijos Duda!

  21. Aline Coelho disse:

    Bem anciosa para ler esse livro. Ainda não vi o filme novo, mas tenho ótimas recordações dos antigos, adorava e ficava fascinada!!!!
    Parabéns pela resenha fiquei curiosa!!

  22. Excelente resenha, moça! Conseguiu despertar em 110% meu interesse pela obra. Que saudades de um bom espada e magia! Acho que encontrei um ótimo, aliás. E os pontos negativos da obra? Não há? Como o livro inspirou o Tolkien, aceitarei isso.

    Beijos!

  23. Genilda Silva disse:

    O livro parece incrível. Conan está no nosso imaginário através dos filmes, e acredito que o livro não deve decepcionar.
    Há alguns meses que estou atrás deste livro, quem sabe desta vez eu ganhe!

  24. É disso que eu falo. Duda conseguiu despertar meu total interesse num livro que eu não sentia um pingo de vontade!

    Eu sempre olhava para a capa e pensava “ah, esse livro deve ser um saco” kkkk que engano!

    Vou definitivamente inclui-lo na fila de desejados.

    beijos!

    Brenda Lorrainy
    cataventodeideias.com

  25. Conan é um dos personagens mais clássicos dos quadrinhos. E embora temos vários filmes relacionados a Conan, eles não chegam aos pés dos quadrinhos mas são bons filmes. Ótimo review.

  26. Andressa Nunes disse:

    Resenha muito boa,destacando os pontos importantes do livro e despertando a curiosidade dos leitores, vale a pena conferir.

  27. Ao ler sua resenha pensei que a quantidade de livros épicos lidos é muito pequena. Preciso mudar esse fato o quanto antes, já que ao nos cinemas isso sempre me agradou e o que já vi na literatura também.
    Acredito que com esse livro dá para conhecer o Conan de uma forma diferente do que estamos acostumados a encontrar e pelos detalhes citados (leia, entre outras coisas, “detalhes do vilão), o livro deve ganhar um clima muito diferente. Curti a sua comparação rs
    Como não conhecia a história do autor, recorri ao Google para isso – principalmente pela curiosidade em relação a idade em que ele morreu – e achei curioso o “motivo da morte”.

    Beijos, Duda. Parabéns pela resenha e pela forma como você demonstra o que você apreciou na leitura. Como sempre incrível!!

  28. Jean Carlo disse:

    Olá Eduarda. É a primeira vez que venho ao seu blog e me deparei como o magnífico Conan.
    Sempre curti as aventuras do cimério e já tive a coleção quase completa da espada Selvagem de Conan.
    Me interessei bastante por esse livro, mas antes de mais nada, antes de comprar, queria saber se ele segue a mesma linha da Espada Selvagem. Ou seja, as histórias que prendem o leitor e que são fantásticas.

    Ainda não assisti o filme porque não nego que fiquei extremamente decepcionado com a escolha do ator. Acho que deveria ter sido outro. Talvez, seria interessante ver o Russel Crowe como o Cimério, seria demais.
    Mas enfim, mesmo decepcionado, quero assistir e quem sabe, comprar o livro através de sua indicação.

    abraços

    Jean carlo

  29. Natty Lua disse:

    Como já comentei em um outro post, minha paixão mesmo é suspense!!! Mas toda regra tem exceção. Quem aí gosta de ler e fica decepcionado ao ver um filme baseado em determinado livro, vai me entender. Só que este caso é diferente, pois vi o filme e gostei, então suponho que o livro deve ser infinitamente melhor. Pela resenha pude perceber que a linha central talvez seja um pouco diferente, mas mesmo assim ela me instiga. É o empurrãozinho que faltava pra despertar logo minha curiosidade pra essa leitura.

  30. Nardonio disse:

    O que eu posso dizer em relação à essa resenha?!?! Simplesmente que ela me deixou super curioso pra ler esse livro o mais rápido possível. Sou fã de livros com essa pegada de aventura, e esse daí tem tudo pra me prender. E sem falar também que é em formato de contos. Ou seja, mais um ponto positivo.

    @_Dom_Dom

  31. Debora Miller disse:

    Não vi nenhum dos filmes com o Arnold de Conan, mas já li algumas HQ’s faz um tempo, e descobri faz um tempo que eram vários livros, fiquei com curiosidade em ler.

  32. Faah Bastos disse:

    Eu conheço Conam desde que Arnold era um garotinho, kkk. Eu acho que a ideia contraditória de colocar Conam como um cara simples, com princípios básicos de respeito, dignidade, coisas assim, mas ao mesmo tempo viril contra os seus inimigos, é uma forma de também afastar a ideia de que o herói precisa ser purista, perfeito em todos os pontos. Antes de herói é humano, possui oscilações, e isso fica bastante claro no desenrolar da trama. Não estou dizendo que ela não tem consciência, às vezes, dos seus atos, não é nada disso. Estou querendo dizer que mesmo cheio de valores ele não nega o lado quase que animal que há nele, afinal é um bárbaro. Se pensarmos, retirando as decapitação, também cometemos essas contrariedades.
    Gostei da resenha, bem elaborada, com pontos explicativos que simplesmente aumentam a vontade em consumir as páginas
    Parabéns!

  33. Livros épicos, com cenas de batalhas, heróis, e tudo o mais me encantam assustadoramente, e acho que agora necessito conhecer essa história. Gostei da forma como você descreveu o personagem principal , Conan, deixou com um gostinho de quero mais. Bela resenha, muito bem elaborada 😀

  34. Lucia Marina disse:

    Oi!

    Bom, tenho que confessar que meu Conan é o Arnold. Eu era novinha quando o filme foi lançado, mas fiquei doida pelo personagem. Só tempos depois soube que havia um livro, que entrou para a lista dos desejados, mas foi vergonhosamente esquecido.
    Agora, essa nova edição me encheu os olhos! Conan é isso mesmo, um tipo que nunca age dentro dos rigores da ética, mas somente dentro de sua própria concepção do que é certo. Um herói sim, cheio de coragem e violência. Amo, e agora quero comprar já, chega de adiamentos!

    Bjos!

  35. Bianca Lima . disse:

    Adoro livros com heróis e cheios de batalhas. Já assisti ao filme e agora quero me deliciar com essa estória. Ótima resenha!
    Beijos

  36. BERNARDO disse:

    conan até prova em contrario, sempre teve um toque gay……. em teor bem subliminar, principalmente no conto a torre do elefante, em que se insinua uma paixão entre taurus, o ladrão nas esquinas dos jardins

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