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by • outubro 18, 2012 • ResenhasComments (41)3557

[Resenha] Belo Desastre, de Jamie McGuire

Contém spoilers do livro.

Eu tinha decidido não escrever uma resenha sobre Belo Desastre. Ao longo do livro, porém, fui ficando tão incomodada com certas coisas que mudei de ideia, faria um vídeo-resenha. Então mudei de ideia novamente, seria impossível ficar lendo todos os quotes que eu gostaria para exemplificar o meu descontentamento, o melhor seria em texto mesmo. De qualquer forma esta não seguirá o padrão de resenhas normais do blog.

Resolvi falar sobre o livro, acima de tudo, porque ele me incomodou. Primeiramente, gostaria de deixar bem claro uma coisa. Sei que muita gente amou este livro. E eu respeito. Se você se sentir de certo modo afetado pelo que eu direi aqui, peço desculpas de antemão e, garanto, não é o meu objetivo. Da mesma forma como já li inúmeras opiniões sobre Belo Desastre, em sua maioria esmagadora e quase completa todas positivas e, ainda assim, as compreendi. Cada um tem sua opinião e acho isso ótimo.

Este livro contém um dos relacionamentos mais paranoicos, obsessivos e loucos que eu já tomei conhecimento no mundo literário. Várias passagens me deixaram verdadeiramente indignada, a ponto de fechá-lo, parar um pouco e refletir como algo do tipo poderia ser ligeiramente encarado como uma coisa excitante, ou mesmo ligeiramente sexy. Meu estômago embrulhou. O que me deixou mais alarmada é o fato de que esse é o tipo de relacionamento perigoso, que começa de um jeito e termina quase sempre em tragédia.

Pra começar, Travis é o tipo violento. O rapaz perde a cabeça em qualquer situação, por menor e mais insignificante que seja, e demonstra todos os sintomas do tipo paranoico que uma vez apaixonado apenas uma ordem cautelar da justiça poderá remotamente mantê-lo afastado, ou nem isso. Em certo momento, quando a protagonista se irrita com uma de suas atitudes, ela precisa disfarçar e mentir que vai apenas lavar roupa com a amiga, para que dessa forma consiga sair do apartamento, do contrário ele a manteria presa e não a deixaria sair por nada nesse mundo – não quando ele soubesse que estava sendo abandonado. Depois que ela finalmente consegue escapar, passa os próximos dias escondida. Isso mesmo. Escondida. Ele não pode saber onde ela está, se não qualquer que seja o lugar, vai desabar.

O detalhe é que essa não foi a primeira cena que o garoto fez. Houve outra, deveras pior, caros leitores. Após a primeira noite em que os dois têm relações sexuais pela primeira vez, a Abby acorda mais cedo e vai para casa sem se despedir. Uma pessoa normal no máximo ficaria com raiva. Mas isso uma pessoal normal…

“- O Travis está completamente maluco! Ele não fala com a gente, destruiu o apartamento, jogou o aparelho de som pela sala… (…) Tem mais uma coisa Abby. Ele está completamente doido! Ouvi o Travis chamando o seu nome, depois ele correu o apartamento inteiro te procurando. Ele entrou com tudo no quarto do Shep, exigindo saber onde você estava. Depois tentou te ligar. Várias e várias vezes (…) O rosto dele estava… Nossa, Abby. Eu nunca tinha visto o Travis daquele jeito. Ele arrancou os lençóis da cama e jogou longe, fez o mesmo com os travesseiros, estilhaçou o espelho com um soco, chutou a porta do quarto… arrancou das dobradiças! Foi a coisa mais assustadora que já vi na vida!”

Ok. Essa seria a hora – ou melhor, o ápice, porque a hora já tinha passado há muito tempo – de sair correndo. Polícia. O comportamento do personagem principal é realmente aterrorizante e me surpreende que alguém possa achar um ser tão indubitavelmente perturbado e com sérios problemas, alguém remotamente galante e sedutor. Gente, o cara é maluco de pedra.

Além desse pequeno episódio, ele persegue a garota em TODO lugar que ela vai. É só ela virar e PuF, ele aparece. Quando ela nem ao menos está namorando com ele, Travis se vê no direito de retirá-la do seu encontro com outra pessoa a força, puxando-a pelo braço como se ela fosse propriedade sua e de mais ninguém. O pior é que além de dar corda, a garota também não é nenhuma definição de juízo, pois para ela é super normal sair com um carinha que está interessado em você e, depois do encontro, ir dormir na casa e na cama de outro, apenas por causa de uma aposta absurda e sem sentido. Poderia até funcionar para aqueles que estão interessados um no outro, como uma espécie de brincadeira e jogo de sedução, mas quando chega ao ponto de o seu suposto paquera que dorme todas as noites ao seu lado explodir praticamente do nada e ir buscar duas garotas para transar na sala de sua casa, enquanto você escuta no cômodo ao lado, começa a perder a graça, né? O cúmulo é que ela permanece na casa com ele e começa a sair e quase namorar com outro, alternando as saídas, um dia vem um, um dia vem outro, e assim por diante. E depois ainda fica com raiva por ficar falada no campus como a garota que está enrolando dois ao mesmo tempo.

Travis passa a coordenar tudo na vida da Abby. A maneira que ela se veste, algo do tipo: “não, você está muito sexy, vá trocar de roupa, não quero ninguém olhando para você”, e ela vai… É surpresa que ela vai? Até o fato de que do nada, o rapaz romântico – só que não – faz uma tatuagem com o nome Beija-flor, aliás, preciso falar do apelido? E ainda com toda uma declaração de amor ao longo das costelas “Eu pertenço a minha amada e a minha amada pertence a mim”. Alerta. Alerta. Algo errado.

Como se não bastasse, ao menor sinal de contrariedade ele parte para a violência sem o menor peso na consciência.  Essa é a natureza dele, e até mesmo a sua amada, Abby, muita sensata, concorda com tudo, chegando ao ponto de dizer em pleno refeitório, na frente da faculdade inteira: “Ensine bons modos para esse babaca” ao se referir a um dos colegas que resolveu atiçar os ânimos com uma piadinha sem graça – que sinto muito, mas mesmo que fosse algo pesado não justificaria a atitude a seguir:

“Travis pegou a bandeja de Finch e golpeou com ela a cara do Chris, derrubando-o da cadeira. Chris tentou se proteger debaixo da mesa, mas Travis o puxou pelas pernas e começou a enchê-lo de socos e chutes. Chris se enrolou como uma bola, então Travis o chutou nas costas. Chris se arqueou e se virou, esticando os braços, permitindo que Travis lhe acertasse um monte de socos na cara. O sangue começou a escorrer em seu rosto, e Travis se levantou, coma  respiração pesada.”

Um espancamento. Na frente da escola toda. Sem o menor sentido. E com a aprovação da heroína certinha e supostamente ajuizada do livro. Que tipo de pessoa faz isso? Sério. Isso é errado. Isso é MUITO errado. Violência aberta e extrema contra outro ser humano a troco de nada. Apenas porque foi contrariado. Quantas vezes somos contrariados na vida? Essa pessoa tem sérios problemas. Pasmem, tem mais. Depois da ceninha violência explícita, o seu primo, Shepley, fica surpreso pelo fato do garoto ter conseguido parar. Nossa, que surpresa. Você conseguiu se controlar! Ok. Calma. Eles chamam isso de controle?!? Eis a resposta do garoto:

“- Estou surpreso que você tenha parado.
– A Beija-flor me disse para ensinar bons modos, Shep, não para matar o cara. Precisei usar toda a minha força de vontade para parar.”

Uhuu, parabéns. Você é o máximo, cara. Super fortão, bate aqui! Modo soft ligado e quase espanca outra pessoa até a morte. Fora que não deixa de ser alarmante o fato de que um completo misógino, de uma hora para outra se ancore numa mulher como única tábua de salvação. E mais uma vez, chamo a atenção para o apelido supostamente fofo e carinhoso. Geralmente costumo gostar de apelidos amorosos em livro, mas toda vez que o Travis chamava a Abby de Beija-flor, ou seja, a cada frase que dizia, eu não conseguia não sentir uma certa vergonha alheia. Ele simplesmente a apresenta para os outros assim, em qualquer situação “Este é o fulano de tal, e fulano, está é a Beija-flor”. Tudo bem quando os dois se tratam por nomes carinhosos, mas com todo mundo? As pessoas não precisam tomar parte disso, ainda mais um apelido tão fora de contexto como esse. Detalhe que o apelido original não é exatamente Beija-flor, e sim Pigeon, ou seja, pomba em inglês e sinceramente é ainda pior.

O livro é repleto de maus exemplos e situações esdrúxulas. Os jovens adultos na terra sem lei costumam beber até desmaiar – tudo bem que muita gente faz isso de vez em quando – mas no caso deles é toda hora. Abby toma um Whisky para se acalmar a cada capítulo. Eu sinceramente não consegui enxergar um lado que fosse minimamente bom e saudável na relação dos dois. Passando para o mundo real – onde tristemente esse tipo de relação às vezes acontece – podem ter certeza de que a grande maioria vai acabar em uma tragédia sem limites. Um desastre mesmo, na verdade, sem proporções. Por mais que eu tente, não consigo enxergar o lado Belo da coisa. É como um dos personagem em certo momento comenta – não vou colocar aqui as palavras específicas pois não marquei essa parte, apenas a essência: “quando vocês estão bem, é tudo um paraíso, uma maravilha e todo mundo fica feliz; quando estão mal é uma explosão em grandes proporções e arrastam todo mundo junto para o inferninho particular.” Isso não termina bem.

Com comportamentos psicóticos e possessivos do começo ao final, onde um  não consegue respirar sem o outro – fico imaginando o desastre que irá acontecer quando a Abby quiser sair apenas com as amigas para se divertir, ou trabalhar no futuro ao lado de alguém do sexo masculino – a individualidade do ser humano é completamente descartada e jogada no lixo. A Abby, sinto dizer, nunca levará uma vida normal. Feliz num mundo em que provas concretas, infindáveis e desgastantes de amor são necessárias para atestar alguma coisa. Tatuagens recíprocas com o nome um do outro, ou pior, “Sra Maddox”, já preparando o terreno para o que o futuro lhe reserva, a despersonalização como um ser humano de vontades para transformá-la em mero objeto e esposa de um indivíduo que precisa ter a sua necessidade de amor saciada e comprovada a cada 10 segundos.

“- Antes eu não te conhecia. Mas hoje, quando você não está lá, não consigo me concentrar. Fico me perguntando onde você está, o que está fazendo… se você está lá e posso te ver, daí eu consigo me concentrar. Eu sei que é loucura, mas é assim que funciona.”

Uma pessoa, que fica extremamente contrariada e faz caso apenas pelo fato de precisar retirar a aliança ao passar pelo detector de metais do aeroporto. Uma pessoa que em certo ponto diz que prefere não saber se alguém se aproximar da sua amada, ou vai acabar fazendo algo horrível e indo parar na prisão.

“- Você sabe o que é codependência, Abby? Seu namorado é um excelente exemplo disso, o que é bizarro, considerando que ele passou de não ter respeito algum pelas mulheres a achar que precisa de você até para respirar.
– Talvez ele precise mesmo – falei, recusando-me a deixar que ela estragasse o meu humor.”

A primeira sentença acima são palavras sensatas saídas da boca de uma menina que é vista como uma certa espécie de megera no livro. A chatice dela se resume ao fato de ser colega de quarto da Abby e, por isso, presenciar constantemente ceninhas, gritos, barracos e meninas querendo fofocar, e simplesmente estragar o contentamento geral apenas ao pedir para elas falarem mais baixo, ou algum sossego bem vindo, para que finalmente possa estudar.

Realmente não deu. Não funcionou para mim. Sim, a leitura é fluida, e sim, dá vontade de saber o que vai acontecer, mas um exemplo tão escancarado de um problema tão sério que existe em escala mundial, empacotado para presente numa embalagem embelezada com promessas de algo excitante, intenso e de tirar o fôlego, é demais para mim.

Título Original: Beautiful Disaster
Editora: Verus
Número de Páginas: 389
Gênero: Romance/New Adult

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41 Responses to [Resenha] Belo Desastre, de Jamie McGuire

  1. Uau Duda,
    Devo te parabenizar pela sinceridade da resenha. Até o momento só havia vistos resenhas positivas do livro, então creio que foi preciso uma boa dose de coragem para colocar td para fora.
    Mas vamos combinar que esta é a beleza do mundo da literatura: gostar ou não de um livro é algo extremamente subjetivo. Já diz o ditado: gosto não se discute.
    Bom, não li o livro, mas pela resenha já dá para afirmar: PSYCHO ALERT rsrs.
    Não quero falar polemizar, mas o cara tem potencial mesmo para ser psicopata eim?
    O psicopata não sente amor. Se relaciona como se seu parceiro/conjuge fosse uma propriedade. Além disso, apresentam episódios de fúria/raiva/violência súbitos e por motivos banais.
    Já vi outro blog comentando sua preocupação que este tipo de relacionamento abusivo seja considerado normal.
    Realmente, é algo para refletirmos.
    Abraço,
    Alê
    alemdacontracapa.blogspot.com

  2. Parabéns pela resenha Eduarda! Já li Belo Desastre e curti bastante. Na minha opinião, foi um dos melhores de 2012. Beijo!

  3. Faah Bastos disse:

    Eu entendo perfeitamente. Há uma linha muito clara entre amor e doença. Eu vejo essa linha, compreendo as diferenças e você, claramente, mostrou que também tem essa visão. Eu concordo que ter pequenas brigas em um livro, uma troca “básica e leve” de socos, se conseguir chegar a um ponto realmente insuportável por serem jovens em desenvolvimento, mas tudo tem limite.
    A relação do livro talvez não seja transformar em belo o desastre desse “amor”, até porque para cada um essa denominação se torna diferente. Para os protagonistas, há algo belo nesse desastre. É evidente. Contudo, é de se preocupar o quanto isso para nós, meros leitores, possa ganhar proporções de Belo, compreende? Ambos são doentes, ambos precisam de ajuda psicológica. O que me irrita é ver centenas de meninas desejando um cara doente como esse ao lado. Fazer sucesso para desejar saber o final é uma coisa. Porém, ansiar desesperadamente ter um cara desse na porta da sua casa ou cama é correr um risco imenso.
    Tenho certeza que o sucesso do livro rodeia exatamente a existência dessa relação obsessiva, contudo, cabe cada leitor compreender até que ponto isso, para ele, venha a ser saudável.
    Eu amei a sua resenha, compartilho contigo sobre a opinião, obviamente pessoal, e agradeci por não ter gastado R$35,00 reais levando essa loucura para casa.

  4. WilLDuarte disse:

    Estou completamente pasmo aqui, Duda!
    Mesmo sem ter lido nenhuma resenha de Belo Desastre antes da sua, eu só escutei até então ótimos comentários sobre o livro. Até agora eu não tinha uma ideia clara do que ele se tratava e agora fico sem palavras para descrever o quão horrorizado eu estou com o pouco que você mostrou sobre o livro.
    E o pior de tudo, a impressão que eu fiquei dele é tão bizarra e horrível que agora fico com vontade de tirar a prova por mim mesmo.
    É claro, não vou comprar o livro! Mas se eu tiver a oportunidade de lê-lo acredito que farei, o que é curioso, pois os inúmeros comentários positivos não conseguiram me fazer ter a mínima vontade de ler o livro, mas sua resenha que detonou ele deixou.
    Vou agora mesmo ler outras resenha de Belo Desastre, fiquei muito curioso para saber a opinião de outras pessoas agora! Beijão.

  5. Ai, Duda… ultimamente tenho sido uma leitora “não comentante” (isso nem existe, né haha), mas tive que botar os dedos pra funcionar…

    Primeiro, “Belo desastre” não me atraiu. O assunto é diferente, mas não é bem pra mim. Primeiro porque eu acho que alguém que aceitar estar num relacionamento assim, possessivo, claramente precisa de ajuda, como a Faah mencionou. Aliás, concordo também quando ela diz “O que me irrita é ver centenas de meninas desejando um cara doente como esse ao lado.” Alô, vamos acordar pra realidade? >< Não é um livro que pretendo ler, não. Beijos ;*

  6. Dany disse:

    Eu ainda não tinha lido nenhuma resenha desse livro, nem positiva nem negativa.
    E vou confessar uma coisa para você, eu adoraria ler mais resenha assim. Vc falou a verdade, colocou seus sentimentos nessa resenha o que me motivou a ler ela até o final.
    Amei sua sincerida, ainda não tinha pensado em ler esse livro, nem sabia como que a história era.
    Gostei da capa, mais depois de ler sua resenha, veio aquela vontade de ler. Mesmo que você não tenha gostado tanto do livro eu quero ler para poder tentar enteder e vê a história como vc viu.
    Amei a resenha e lhe peço ou acnselho não sei a pelo menos fazer uma resenha assim por mês.
    Eu adoraria ler mais resenha assim.
    Bjos…

  7. Caline disse:

    É verdade quando você diz que todo mundo parece ter amado esse livro, mas eu sempre achei meio estranho enquanto lia as resenhas como alguém pode gostar de um livro onde o personagem é um louco descontrolado e ainda por cima achar esse personagem sexy e sedutor.
    Preciso ler para tirar minhas próprias conclusões, mas acredito que verei nele as mesmas coisas que você.

    Beijos
    Caline – Mundo de Papel

  8. Sofia disse:

    Nossa. Sinceramente? Assim que eu vi que você estava lendo Belo Desastre pensei (sério) que você não se daria muito bem com o livro. Ok, eu não o li, mas foi simplesmente só uma impressão. Para mim personagens dependentes de seu par romântico (ou semelhantes) já me estressa profundamente. Até por que não gosto de pessoas assim, e sendo que na literatura estamos compartilhando de suas ideias, pensamentos e tudo o mais, pode ser incrivelmente pior. Belo Desastre realmente contêm muitas opiniões diversas e acho isso altamente necessário. Quando um livro tem muitos elogios eu fico curiosa para conhecê-lo, mas ao mesmo tempo meio receosa; geralmente quando há muitos fãs acabo não lendo.
    Infelizmente esse comportamenteo possessivo e que foge do controle da pessoa existe muito por aí…
    É aquela coisa: gosto realmente não se discute. Admiro muita sua sinceridade, e também acho super necessário isso existir. Parabéns pela resenha, está incrível!

    Beijos!!!

  9. Danzinha disse:

    Nossa, não tem como não adorar a resenha. Eu estava mega ansiosa para ler este livro depois de algumas resenhas que li, mas, depois de passado algum tempo e alguns comentários sobre o quanto a relação da Abby e do Travis é doentia eu realmente fiquei sem vontade de ler. Com a sua resenha, Duda, já sei que este não vai ser um livro que vá me agradar de maneira nenhuma. :/

    Beijos

  10. ✿Nessa✿ disse:

    Olá!
    Adorei sua resenha pois me fez ver por outro angulo este livro.
    Sim, eu notei que eles eram estranhos, uma relação que não é normal. Mas não tinha pensado desta forma.
    Eu gostei muito do livro em si, mas concordo com suas palavras!

    Bjinhjs*
    http://diariodeincentivoaleitura.blogspot.com

  11. Oi Eduarda, que coisa este livro, não tem meio termo, ou gostam ou não gostam. Fico imaginando em que categoria vou cair quando o ler.
    Bjs, Rose.

  12. Oi Duda

    Nossa adorei o seu texto, eu cheguei a começar o livro mas não me animou a continuar, sendo que nem cheguei na “relação” deles. Agora fiquei bem curiosa para ler não sabia que eram tão exageradas e violentas as reações do cara, eu tenho horror a relacionamento levemente violento, imagina algo assim. E pelo visto a mocinha não é lá os artigos também.

    Bjus

  13. Gabi disse:

    Adorei a resenha, de verdade. Eu não comecei o livro, porque lia as resenhas, mesmo positivas e achava que era algo que eu não iria gostar. E a sua reflete provavelmente o que eu iria achar do livro. Não gosto de relacionamentos assim e de livros que retratam isso da maneira como esse provavelmente retrata.

  14. As vezes não me importo com spoilers e Eduarda você arrasou em sua opinião e argumentos. Desde antes este livro não tinha atraído muito a minha atenção e agora estou realmente surpresa com todos os aspectos negativos que você apresentou. É o tipo de livro que eu leria torcendo contra os personagens principais. Mas curiosamente você me deixou interessada em ver com meus próprios olhos essa histŕoai com relacionamentos ridículos e bizarros sendo tratados como algo bom. Acho lindo casais que tem uma união e interação, mas dependência e obsessão detroem a beleza do amor. Excelente texto!

  15. Raíssa Lins disse:

    Oi, Duda, tudo bom?
    Li algumas resenhas desse livro e, mesmo sem ter lido o livro, a impressão que eu tive é de que o livro deveria ser um mau exemplo mesmo, para chocar os leitores – afinal, o título do livro é Belo DESASTRE, né? Não sei se a autora conseguiu executar isso muito bem ou se o livro virou uma sucessão de absurdos que não alcançaram o objetivo pretendido (o objetivo que EU achei que teria, na verdade). Sinceramente, não tenho vontade de ler o livro, apesar da polêmica em torno dele, e depois de ler os quotes que você selecionou tive a certeza de que não iria gostar da história.
    Beijos

  16. Aione Simões disse:

    Oi querida!
    Acho uma pena que você não tenha gostado, mas entendo completamente seu ponto de vista, simplesmente pelo fato de que você tem 100% de razão. O relacionamento deles não é saudável, assim como nenhum dos dois é normal. Muitas das coisas que você citou me incomodaram, como, por exemplo, a falta de impunidade na história. Travis espanca quem ele bem entende e nada nunca acontece. É uma inversão de valores preocupante.
    Eu amei o livro simplesmente pelo fato de ele ter me tragado completamente. Foi uma leitura gostosa, mas eu fico feliz por conseguir ter separado a leitura da realidade. O que preocupa é que muitas pessoas leem e acabam querendo algo do tipo para si próprias, ou então que acham que tudo que é exposto está bom, está certo.
    Enfim, eu adorei a resenha e senti bastante seu desabafo! Também compreendo os spoilers, porque só assim para você explicar o que te incomodou!
    Beijão!

  17. Mônica disse:

    Oi Duda, nem sei o que dizer agora. Não li o livro, já li outras poucas resenhas sobre ele, mas lendo a sua agora fiquei chocada. Pra falar a verdade fiquei curiosa, kkk leio ou não leio: eis a questão.
    Mas uma coisa eu sei, sua resenha ficou show! além do mais, cheia de emoção e entusiasmo.
    Beijos

  18. Ana Ferreira disse:

    Duda, eu não fiz tantas ressalvas quanto você em minha resenha, mas concordo com cada uma das coisas que você falou e fico contente por ter encontrado mais alguém que achou o livro ridículo em meio a essa legião de fãs. Quero dizer, o Travis é um babaca, como podem ter ficado tão apaixonadas pelo cara? Imagina que suplício viver ao lado de alguém assim, ah, me poupe!
    A Abby é outra imbecil… E muito contraditória, pela própria sinopse do livro que diz que ela é uma mocinha certinha (apesar de ter um passado sombrio, blablabla). A menina na primeira oportunidade vira não sei quantos shots de tequila e sai como a rainha do cabaré. Dorme com o Travis e acha que está super normal. Sem contar os absurdos e os irrealismos sobre a vida universitária. O Travis é todo fodão (desculpe-me o linguajar hahah), nunca treina e ganha todas as lutas, conseguindo pagar o aluguel do apartamento dele e todos os luxos da vida. OI? E ainda é inteligente, todo romântico… Ah, gente, por favor.
    Um cara que me chama de Beija-Flor, ainda que de brincadeira, não merece meu respeito.
    Esse livro não parece uma fanfic de garota desmiolada? E o que tem de sexy nele?
    Ótimos argumentos, Duda! Palmas e mais palmas para a sua resenha. Tive que rir nesse trecho: “Uhuu, parabéns. Você é o máximo, cara. Super fortão, bate aqui! Modo soft ligado e quase espanca outra pessoa até a morte.”
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    E o pior é que as moçoilas estão em polvorosa agora que vai haver um “Belo Desastre” pela perspectiva de Travis. Imagino quanta coisa interessante deve haver em sua mente produtiva. Ó, santos da boa literatura.
    Beijo!

  19. Ana Caroline disse:

    Primeiro, Eduarda, nunca peça desculpas por dar a sua opinião. O fato de a maioria ter adorado o livro não significa que TODOS devam ter o mesmo pensamento. Além disso, as pessoas veem resenhas esperando sinceridade; isso é o mais certo que você pode fazer.
    Mas, enfim, quando estava todo mundo falando do livro eu pensei “nossa, deve ser um ‘boom’ de talento literário, ou no mínimo uma boa história”; quando comecei a ler as primeiras resenhas, mudei de opinião. Cara, como um garoto que sai batendo em todo mundo, é obcecado pela namorada, completamente doido, pode ser considerado no mínimo sexy?! Esse povo é mais louco do que o personagem, só pode. E, oi? Como uma garota inteligente, que “mudou” pode dormir com um cara desses por causa de uma aposta otária e ainda depois sair dando pra outro? Ah, não; comigo não, negão. Vou evitar esse livro o máximo que puder, por favor, garçom.
    Mais uma vez, parabéns pela sinceridade, a resenha ficou excelente 🙂

    queridos-sapiens.blogspot.com.br

  20. jayane disse:

    Respeito a sua opinião duda,mas gostei muito do livro da escrita a autora compreendo vc ter achado o Travis violento e doido,mas acho que ele só e emotivo demais e não sabe demostrar isso conversando,Abby tb tem umas atitudes que realmente não da para entende tb mais,mas acho que a historia relatou o que acontece nas faculdades bebidas brigas ect.
    Particularmente gostei da leitura e do Travis Apesar de ser bem problemático.

  21. Lucas Martins disse:

    Eis a resenha, Duda. Acho que ninguém conversou tanto sobre esse livro quanto nós, hahahha, vai dizer?! O bom de tudo foi que a resenha/desabafo foi bem aceita, pois há muita gente que amou o livro e, depois de conversarmos tanto sobre ele, não sei como desejei o livro.. Tenho certeza que a minha opinião não seria muito oposta à sua, pois o personagem principal, o tão genial Travis é um desequilibrado e não acredito não que ele não saiba conversar e por isso tenha que responder com violência.. Nada se responde com violência, sendo que tem a opção da conversa, correto?
    Eu fico pensando em como essas protagonistas deixam de ser “Inocentes” do dia para a noite, como a Ana disse sobre ela virar shots de tequila e etc, mesmo sendo inocente. Acho que ninguém é tão inocente, nem Anastasia foi.
    Acho que o livro foi na onda erótica mas ele nem é assim.
    Ah, e sobre a continuação.. Vou passar longe, porque imagina, se já vendo de longe, em outro ângulo o Travis é um violento sem explicação, imagina o livro narrado por ele..
    Enfim, alguém tinha que discordar das maravilhosas resenhas para eu abrir os olhos, né? Hahahah
    Ótima resenha/desabafo, Duda! Já conversamos o suficiente sobre isso, mas é sempre bom afirmar, hahah
    Beijão!

  22. Que resenha incrível, Duda!
    Ao começar a leitura passei a imaginar o que de “belo” teria e depois você confirmou aquilo que já tinha pensado: não tem nada belo.
    Já vi alguns blogs postando sobre esse livro, mas nunca tive interesse em descobrir do que se tratava. Talvez, se fosse em outro blog, também deixaria passar, já que algo me afastava do livro rs
    Bom, sabendo da sua opinião eu me pergunto o que define um “livro bom” e um “livro polêmico”, já que tem tantos livros que não chegam perto de tudo o que você relatou e que são tachados, às vezes até desprezados. Se for comparar, muitos desses livros são mais saudáveis do que “Belo Desastre” – apesar de que esse realmente trata de assunto que, infelizmente, acontece mais do que deveria.
    Claro que não posso opinar, já que não o li, mas pelo menos é o que aparenta com sua resenha.

    Ah, concordo com o que disseram: não é preciso se desculpar, já que o que realmente importa é sua opinião.

    Parabéns!
    Beijos

  23. Michelle disse:

    Oi Duda!
    Eu realmente gostei da maneira com que você expôs a sua opinião.
    Eu gostei do livro, achei uma leitura gostosa, dá pra ler rápido pela curiosidade sobre o que vai acontecer.
    Mas apesar de tudo, concordo totalmente com você haha’
    Gostei do livro, até consegui gostar dos protagonistas, mas jamais desejaria um cara como o Travis na minha vida, ele é doido e paranoico, sem contar que esse tipo de relacionamento não é de maneira nenhuma saudável.
    Achei algumas atitudes da Abby bem imbecis também, realmente os dois precisavam de um tratamento.
    Como a Mi disse, ainda bem que algumas pessoas conseguem separar o que acontece no livro da vida real, mas infelizmente muitas meninas que leram gostariam de um cara ou um relacionamento assim.
    Não se desculpe, opinião é opinião, todos têm o direito de gostar ou não de algo e dizer o que quiser sobre! (:
    Adorei a resenha.
    Beijinhos

  24. Julia disse:

    Oi Duda!
    Adorei a resenha e é mais ou menos por isso que eu não tenho mais tido vontade de ler o livro. Apesar de eu gostar de ler alguns romances que sejam um tanto quanto problemáticos, esse parece ser demais, beirando a ser doentio.
    Talvez eu o leia algum dia, mas um dia que vai demorar a chegar.
    Beijos!
    The Books Thief.

  25. Lana disse:

    Ola!

    Eu ainda não tive a oportunidade de ler o livro e apenas tinha lido resenhas positivas!

    Além de ter feito uma resenha negativa (são poucas que lemos por aí), você teve argumentos muito bons para defender seu ponto de vista!

    Parabéns!

    Beijosss

    Lana
    Hunters Culture

  26. Resenha intensa . Ja ouvi muitos comentários sobre esse livro , ate o momento eu nao sabia do que se tratava. Achei o contexto da historia semelhante com 50 shades. Parece ate que virou “modinha” escrever livros com tal assunto. Fiquei com vontade de ler o livro.

  27. Aline Coelho disse:

    Duda que texto fantastico, mil parabéns!!!!!
    Eu já não estava muito a fim de ler esse livro pq tinha achado esse garoto muito estranho e agora com os fatos absurdos que vc apresentou aqui fiquei mega assustada. Mas penso que talvez tenha sido o objetivo do autor chamar a atenção para esse tipo de relação meio que mostrar o que deve ser evitado e combatido, não sei mas vale o alerta.

  28. Joana Masen disse:

    Eduarda, algo me incomodou tbm durante a leitura… ainda não sei definir o que foi. Não concordo com a violência gratuita nem com o histórico de bebedeira dos personagens, mas como sempre pendo para o lado romântico da coisa, consegui tirar algo bom da história, que são os momentos mais românticos entre o casal. Claro que o livro não é tudo o que dizem, mas ele tem seu valor. Te convido a ler minha resenha, assim vc pode ter uma noção melhor do que tentei falar aqui: http://seiqueeusei.blogspot.com.br/2012/11/belo-desastre.html
    Gostei de saber a sua opinião, assim não me senti totalmente fora de sintonia com o livro, rsrsrs. Bjo!

  29. Olá, Eduarda!
    Que resenha incrível, vou indicá-la sempre que descobrir que alguma amiga queira ler esse livro, podemos chamar isso de livro?

    É, infelizmente, muita coisa ruim está sendo rotulada como ”um romance excitante” escondendo como você disse o problema da violência contra a mulher.
    Uma pessoa que se deixa ”levar” para o inferno que é uma relação como a desse livro possui muitos problemas.
    Conheço casos, infelizmente, de meninas que se deixaram envolver por garotos ridículos como o Maddox e foram vítimas de todo tipo de violência: verbal, física, psicológica, algumas percebia, não saíam da relação por medo, outras por ”ah, não consigo, eu gosto dele”, o final da história sabemos…
    Namorados que matam, espancam até a morte, ateiam fogos em suas namoradas alegando amá-las.
    Esse é um livro que, ao ser direcionado ao público jovem adulto, apenas passa um péssimo exemplo, uma falsa ilusão de que ”ele a ama” mesmo sendo agressivo, é natural do homem a agressividade. Não, isso não é normal. E esse livro, graças aos spoilers amigos que recebi, não li e nunca lerei.

    (Meu comentário deve estar um pouco confuso, é o sono, hehe)

    Beigos,
    http://mauraparvatis.blogspot.com/

  30. Marisa Sousa disse:

    Gente, você disse tudo exatamente como eu pensei a respeito desse livro? As pessoas falam mal de 50 tons de cinza (que realmente é uma porcaria) mais gostam de Belo Desastre, porque não enxergam que a história é exatamente igual, só que mascarada de romance e sem tanto erotismo. Você está de parabéns Duda. Sua sinceridade é magnânima e você disse tudo que eu queria dizer, mas não consegui achar as palavras.

    Beijos, Marisa
    (vivonasuaestante.blogspot.com)

  31. wou… simplesmente incrivel.
    confesso que eu estava realmente curiosa sobre esse livro mesmo mão sabendo do que se tratava, porque ouvi muitos elogios sobre o enredo. mas depois dessa sua resenha perdi todo o interesse nele. concordo com o que todos comentara, você foi corajosa de contrariar a grande maioria e expor de modo tão claro a sua opinião 🙂
    parabéns.

  32. Bee disse:

    Eu também não achei o livro essa coisa toda, não! Quando eu li o livro fiquei tipo: “É isso mesmo que esse povo está gostando?” E as tatuagens? BEIJA-FLOR? SRA. MADDOX? Affs. Esse povo é muito sem noção por tatuar isso.

  33. Ludmila disse:

    Duda, que resenha excepcional! Além da sua sinceridade e sarcasmo, foi impossível não dar algumas gargalhadas em alto e bom som.
    Concordo em gênero, número e grau com tudo o que você colocou. É de assustar que seja esse o modelo de homem que fazem as meninas suspirar no dia de hoje. E mais ainda preocupante que seja esse o estilo literário que tem feito sucesso entre as mulheres.
    Para onde foi o nosso amor próprio? Os relacionamentos pautados no respeito mútuo? O temor pela violência que, diga-se de passagem, está totalmente associada com o relacionamento compulsivo obsessivo do Sr. Travis?
    Confesso que não consegui chegar até o final, me senti insultada em tantas partes do livro que concluí que não valia o esforço.
    Mas te parabenizo pela resenha! Foi a melhor que li sobre o livro!
    Beijos, Ludmila

  34. Tipo, cara, virei tua fã!
    Li esse livro nesse fds e estava numa ressaca literaria brava – acabei de descobrir que nada mais era do que a ‘cegueira’ proporcionada pelo ‘romantismo’ maquiado na obra. Durante a leitura eu ri muito e achei muitas reações dele bizarras e desnecessárias, aliás a violência em determinadas situações beiram o ridículo, maaaaaaaas, me empolguei com a leitura, como você disse, fluida e ‘amarrada’, te faz querer ler o próximo capítulo, e o próximo e o próximo. Ainda sou muito ‘amadora’ nesse gênero literário, sou leitora compulsiva, mas com um defeito terrível necessário de amadurecimento: quando leio um livro em primeira pessoa me deixo envolver pela historia e não enxergo a ‘realidade’ dos fatos. Depois busco resenhas e então “caio na real”. Não mudei minha nota no skoob sobre o livro – autora conseguiu me convencer e me deixar apaixonada pela didática da escrita. Mas com certeza vejo com uma perspectiva mais ampla e realista o SR Maddox! 😉

  35. Oi Eduarda, gostei muito da sua resenha, de verdade. E olha que irônico, eu amei Belo Desastre, um dos meus livros preferidos. Porém consigo entender todo o seu ponto de vista e sua, digamos, revolta. Mas sério, também fiquei assustada com todas as atitudes explosivas do Travis porém tem alguma coisa no jeito que ele é descrito pela autora que me faz esquecer toda essa paranoia dele.

  36. Eu amei a sua resenha, achei que além de ter se expressado muito bem, conseguiu me convencer mais ainda do quanto Travis é louco! rs
    Eu adorei o livro, mas não tem como esconder o fato de que o relacionamento deles é doentio.
    Beijos!

  37. Olha, você sem dúvida é uma pessoa corajosa!
    Faço parte da maioria esmagadora que ama (frisa-se) ama mesmo esse livro. Não porque o protagonista é um belo pacote masculino ou porque a Abby é oposto de muitas protagonistas ingênuas e sem sal. Mais pela trama, enredo e fortes emoções que a todo momento somos jogadas na leitura. Entendo, e concordo em parte com as questões perigosas de se achar que é normal sair batendo em todo mundo só porque foi contrariado. Mas Travis é acima de tudo um sujeito sensível e explosivo. Um belo desastre. A autora não o coloca na posição de um rei ou deus, ela demonstra toda a sua fragilidade em lidar com sentimentos. Eu vi isso também em um dos maiores protagonistas de romance de todos os tempos, como Heathcliff e Mr. Darcy.
    Mas aplaudo sua resenha. Muito bem escrita!
    Tem uma blogueira que fez um post semelhante ao seu, Tícia Freitas, no site do SempreRomântica.
    Eu tenho outro blog também, mas eu falei muito bem desse queridinho http://dasgarotasu.blogspot.com.br/ e atualmente estou escrevendo um livro nessa perspectiva de protagonista masculino: http://fanfiction.com.br/historia/461068/Sinal/capitulo/13/.

    Continue escrevendo resenhas! Tenho imensa vontade de lê-las de alguém tão corajosa!

    Grande abraço!

  38. sarom disse:

    muito bom essa resenha

  39. Finalmente alguém que concorda comigo! Fiquei assustada quando vi várias meninas dizendo que o Travis é fofo…Enquanto lia o livro só conseguia imaginar o Marcelo Rezende contando a história e contando que o Travis assassinou a Abby ou qualquer pessoa que se aproximou dela haha
    Bjs, adoro seu blog!

    • Eduarda Menezes disse:

      Fofo? hahaha não consigo conceber! Até hoje algumas pessoas se assustam quando falo que não curti o livro. É sempre bom saber que outras pessoas também sentiram/acharam o mesmo rs
      Fico feliz em saber que gosta do blooog <3 Obrigada, Camila! =)
      beijão

  40. Van disse:

    Cheguei aqui através de um vídeo do seu canal no Youtube e estou atrasada já que essa resenha é de 2012, porém só li Belo Desastre este ano e posso dizer sem dúvidas: Você tem razão! Com todo respeito a quem gosta, mas esse livro me incomodou profundamente por tudo isso que você pontuou e outras coisas. Se eu for falar de todas ficaria aqui até… Fui ler o livro porque ouvi muitas meninas e mulheres falando maravilhas de Travis, desejando um Travis em suas vidas então fiquei curiosa p/ conhece-lo, mas durante e depois que terminei a leitura fiquei com varias questões na cabeça: “Meu Deus o que elas viram de fofo, (sim ouvi dizer que ele era fofo. oi?) sexy e sedutor nesse cara? Ele é psicologicamente doente!” “A Abby não era uma mocinha incrível? Essa Abby pra mim é uma sonsa e etc. (A sinopse mente) Cadê a mocinha maravilhosa que todos falam?” “O que essa autora estava pensando?” “Porque toda mulher que fica c/Travis é tachada de p… e só a Abby presta? Ela tbm não ficou c/ele? O que ela tem de melhor que as outras?” “Ele tá mesmo culpando ela pelas atitudes dele?” “As pessoas querem mesmo um sujeito desse e um relacionamento assim em suas vidas? Será que elas nunca viram o Rezende ou o Datena?” “Porque a única personagem sensata do livro é tratada como uma megera invejosa?” “Será que eu li o mesmo livro que todo mundo?” E etc, etc… (Eu sei que muitos casais usam apelidos e fazem tatoos, mas nesse caso… Dispensa comentários) Parabéns por expor sua opinião é bom saber que eu não fui a unica que não curtiu o livro e não caiu de amores pelo “Cachorro louco”

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